Um dia, houve um poeta.
Ele olhou para o tempo, e se viu do lado de fora.
Estático ele estava. Extático ele ficou.
Não havia movimento. Ele percebeu a sensação.
Com o coração parado, ele contemplou, sem mover os olhos, um átomo de sentimento.
Amor?
Ao indagar, sua testa se franziu. Com o movimento, o tempo correu. O instante fugaz passou.
O universo explodiu.
Um dia, a mente de um poeta, ainda busca pelo átomo fujão.
Curioso. Incansável. Em toda parte.
Menos em lugar nenhum. Enfim.
Ele olhou para o tempo, e se viu do lado de fora.
Estático ele estava. Extático ele ficou.
Não havia movimento. Ele percebeu a sensação.
Com o coração parado, ele contemplou, sem mover os olhos, um átomo de sentimento.
Amor?
Ao indagar, sua testa se franziu. Com o movimento, o tempo correu. O instante fugaz passou.
O universo explodiu.
Um dia, a mente de um poeta, ainda busca pelo átomo fujão.
Curioso. Incansável. Em toda parte.
Menos em lugar nenhum. Enfim.
Um dia, houve um poeta.
Ele olhou para o tempo, e se viu do lado de fora.
Estático ele estava. Extático ele ficou.
Não havia movimento. Ele percebeu a sensação.
Com o coração parado, ele contemplou, sem mover os olhos, um átomo de sentimento.
Amor?
Ao indagar, sua testa se franziu. Com o movimento, o tempo correu. O instante fugaz passou.
O universo explodiu.
Um dia, a mente de um poeta, ainda busca pelo átomo fujão.
Curioso. Incansável. Em toda parte.
Menos em lugar nenhum. Enfim.
Ele olhou para o tempo, e se viu do lado de fora.
Estático ele estava. Extático ele ficou.
Não havia movimento. Ele percebeu a sensação.
Com o coração parado, ele contemplou, sem mover os olhos, um átomo de sentimento.
Amor?
Ao indagar, sua testa se franziu. Com o movimento, o tempo correu. O instante fugaz passou.
O universo explodiu.
Um dia, a mente de um poeta, ainda busca pelo átomo fujão.
Curioso. Incansável. Em toda parte.
Menos em lugar nenhum. Enfim.