No horizonte vazio, no princípio, só havia marolas, sem maré.
Ondas se formavam aos poucos. Nada dramático.
A cabeça tinha um rosto. O rosto olhava, piscando.
Às vezes ela pigarreava. Às vezes, tossia.
Neste momento, o tempo era transitório. Entre instantes.
A cabeça olhou para ontem-hoje-amanhã.
E sorriu.
Se despediu da ilha, e flutuando, foi para casa.
Seu trabalho estava pronto.
Na ilha, uma onda se quebrou na praia.