Sem motivo, caço o amanhã,
e hoje me olha, interrogação
em seus olhos, meio-sorriso
em seus dentes, ontem
ofegante.
Para nada, planejo
contingências
contra não-coisas
aterrorizantes,
enquanto coisas
esperam meu toque
ou recordam
visitas a muito
deixadas.
Noite.
Aurora,
hora,
outrora.
Sigo.