Em oito minutos,
um olho testemunha
seu reflexo.
Há dezesseis minutos,
olhou.
Um flash, nos ventos.
Corona.
Toda uma face
se ilumina.
Atrás dela,
como Jano,
outra face,
obscura,
em grande parte,
dorme.
Oito minutos
para o olhar.
Oito minutos
para o refletir.
O observador
(que olha em todas as direções)
reflete.
Sua reflexão
é reflexo de si mesmo
nos mundos,
em pequenos
diminutos
olhares,
aos bilhões,
de dia?
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